Cartas Municipais

A carta do seu município, sempre atualizada.

Uma plataforma para criar, atualizar, validar e publicar as Cartas Social, Desportiva e Cultural. Cada município no seu ambiente, com os seus dados e a sua identidade.

O mapa é uma demonstração com dados fictícios. Ligue e desligue as cartas e veja a mesma base de dados a mudar de leitura.

0equipamentos visíveis
0freguesias sem oferta
0registos a rever
Selecione um ponto
Cada equipamento tem uma ficha, um estado de validação e uma data de revisão.

Cartas que deixam de ser documentos parados.

Uma carta municipal costuma ser feita, publicada e arquivada. Aqui passa a ser uma base de informação que se atualiza todo o ano e da qual se extraem as versões formais.

Comparação entre a carta em documento e a carta viva
A carta em documentoA carta viva
Ficheiros Word, PDF ou Excel guardados em pastas diferentes.Uma base única, atualizada ao longo do ano.
Os mesmos pedidos de dados repetidos a cada entidade, por cada área municipal.Entidades e equipamentos registados uma só vez e reutilizados em todas as cartas.
Revisão concentrada em poucas semanas, feita por poucas pessoas.Atualização descentralizada pelas entidades, com validação dos serviços municipais.
Mapas, quadros e indicadores construídos à mão em cada revisão.Mapas, indicadores e relatórios gerados a partir dos dados.
Sem registo do que mudou entre uma edição e a seguinte.Histórico de cada alteração e comparação entre períodos.

Um núcleo comum. Três cartas.

A plataforma é um produto único. Começa com a Carta Social e acrescenta as cartas Desportiva e Cultural sem duplicar entidades, equipamentos, localizações, documentos ou utilizadores.

  • TerritórioMunicípio, freguesias, localidades, prazos e ciclos de revisão.
  • EntidadesIdentificação, contactos, território e áreas de intervenção, num único registo.
  • EquipamentosTipologia, localização, acessibilidade, capacidade e horários.
  • UtilizadoresPerfis e permissões por município, entidade e carta.
  • DocumentosFotografias e ficheiros associados, sem voltar a pedir à entidade.
  • HistóricoValor anterior, valor novo, data, utilizador, origem e justificação.

Carta Social Primeiro módulo

  • Instituições, equipamentos e respostas sociais
  • Públicos-alvo e critérios de acesso
  • Capacidade autorizada, utilizada e disponível
  • Procura e listas de espera em valores agregados
  • Cobertura territorial e áreas prioritárias
  • Necessidades e investimentos previstos

A Carta Social não guarda processos individuais, nomes de utentes, dados clínicos nem outra informação pessoal que não seja necessária ao planeamento municipal.

Cada dado sabe em que ponto está.

O ciclo de atualização distingue os dados herdados, os confirmados pelas entidades e os validados pelo município. Só o que for validado e autorizado chega ao portal público.

Perfis e permissões
Administrador central
Configura o produto e cria ambientes municipais.
Administrador municipal
Configura o município, os utilizadores e as permissões.
Técnico setorial
Gere e valida os dados da respetiva carta.
Representante da entidade
Atualiza os dados da entidade e atribui tarefas aos colaboradores.
Colaborador
Atualiza registos ou equipamentos que lhe foram atribuídos.
Consulta executiva
Consulta indicadores internos sem alterar dados.
Público
Consulta exclusivamente informação publicada.

Clique num estado para ver o que significa.

    Alertas automáticos

    • Dados não revistos dentro da periodicidade definida.
    • Campos obrigatórios em falta.
    • Capacidade utilizada superior à capacidade autorizada.
    • Contactos inválidos ou mensagens devolvidas.
    • Submissões a aguardar validação.
    • Equipamentos sem localização ou coordenadas confirmadas.
    2024

    Centro de Dia da Vila

    Exemplo com dados fictícios.

    O que mudou, quando e porquê.

    Cada alteração preserva o valor anterior, o valor novo, a data, o utilizador, a origem e a justificação. Basta escolher uma data para reconstruir a informação tal como estava.

    • Carta Social 2024 e Carta Social 2026 geradas a partir da mesma base viva.
    • Comparação entre períodos e entre freguesias.
    • Evolução da capacidade, da utilização e da cobertura.
    • Rastreabilidade das alterações feitas pelas entidades e pelo município.

    Ver a oferta no território.

    Cada equipamento e cada entidade têm localização. A componente geográfica mostra onde está a oferta e onde ela falta.

    GeoJSONKMLGeoPackageCSVWMSWFSArcGISQGISOpenStreetMapLeaflet
    Funções da componente geográfica
    LocalizaçãoRepresentação de entidades e equipamentos.
    FiltrosPor área, tipologia, freguesia, público e estado.
    CoberturaRaios, tempos de deslocação e áreas de influência.
    CarênciasIdentificação de territórios sem resposta ou sem oferta.
    ComparaçãoCruzamento com a população e com indicadores territoriais.
    InteroperabilidadeImportação e exportação de GeoJSON, KML, GeoPackage e CSV, com serviços WMS e WFS. Integração com ArcGIS ou camadas produzidas em QGIS, quando necessário.

    Um produto. Um ambiente por município.

    O código e as atualizações são comuns. Os dados, a identidade, os utilizadores e as regras de publicação são de cada município. As diferenças resolvem-se por configuração e não por versões à medida.

    Escolha um município de demonstração
    Endereço do portal
    Vista
    Exemplo com dados fictícios.

    Backoffice para trabalhar. Portal para consultar.

    A publicação depende sempre da validação municipal e da classificação de cada campo como público ou interno. Experimente ao lado: mude a vista, classifique campos e publique o registo.

    Backoffice

    • Atualização e validação
    • Gestão de utilizadores
    • Indicadores internos
    • Histórico e auditoria
    • Configuração e relatórios
    • Alertas e notificações

    Portal público

    • Pesquisa e consulta
    • Mapas e filtros
    • Fichas públicas
    • Contactos e horários
    • Indicadores autorizados
    • Disponibilidade, quando aplicável

    A carta que já tem não se perde.

    Documentos e dados existentes são convertidos para a estrutura da plataforma. Cada registo migrado mantém a indicação da fonte e da data a que a informação se refere.

    Excel ou CSV

    Associamos cada coluna ao campo correspondente da plataforma, uniformizamos os valores e importamos os registos.

    Como decorre a migração

    1. Identificar todos os ficheiros, bases de dados e aplicações de origem, com formato, data e responsável.
    2. Indicar, para cada campo da fonte, o campo correspondente na plataforma.
    3. Identificar registos repetidos e uniformizar designações, contactos e tipologias.
    4. Importar uma amostra dos dados para o ambiente de testes.
    5. Pedir aos serviços municipais que comparem a amostra com a informação de origem.
    6. Depois de validada a amostra, importar todos os dados e documentar o resultado num relatório.
    7. Pedir às entidades que confirmem os respetivos registos.

    Funciona sozinha. Fica melhor com o Associativismo.

    A integração com a Plataforma de Apoio ao Associativismo é opcional. Um município sem ela usa as Cartas Municipais de forma autónoma. Quando as duas coexistem, partilham apenas os dados comuns e validados.

    Conhecer a Plataforma de Associativismo
    Dados do Associativismo reutilizados nas cartas
    Vem do AssociativismoServe nas cartas
    EntidadesBase comum das Cartas Desportiva e Cultural.
    Instalações e sedesEquipamentos e localizações.
    Modalidades e praticantesIndicadores da Carta Desportiva.
    Atividades e eventosOferta desportiva e cultural.
    Projetos e investimentosPlaneamento e prioridades.
    DocumentosReutilização sem nova solicitação à entidade.

    Os dados de cada município ficam separados.

    Cada município tem a sua base de dados. Isso facilita as cópias de segurança e permite entregar ou migrar integralmente os dados de uma autarquia.

    • Bases municipais separadas e seleção segura do município autenticado.
    • Permissões pelo princípio do menor privilégio.
    • Registo de autenticações e de operações relevantes.
    • Cópias de segurança independentes por município.
    • Comunicações cifradas e palavras-passe protegidas com algoritmos robustos.
    • Separação rigorosa entre informação interna e pública.
    • Minimização de dados pessoais, sobretudo na Carta Social.
    • Política de conservação e eliminação configurável.

    Implementar não é desenvolver uma nova aplicação.

    É criar o ambiente, parametrizar, migrar, formar, testar e abrir. Começamos pela Carta Social, para validar o modelo antes de acrescentar as restantes cartas.

    A primeira versão inclui

    Conteúdo da primeira versão
    NúcleoMunicípios, utilizadores, entidades, equipamentos, localizações e documentos.
    Carta SocialRespostas, capacidades, disponibilidade e públicos-alvo.
    FluxoAtualização, submissão, validação, devolução e publicação.
    GeografiaMapa de equipamentos e pesquisa territorial.
    IndicadoresCapacidade, utilização, cobertura e estado de atualização.
    SaídasExcel, ficha em PDF, relatório e portal público.

    Em cada município

    1. Analisar os processos, as fontes e a carta existente.
    2. Criar a base, o domínio e a configuração municipal.
    3. Aplicar a identidade visual e ativar os módulos contratados.
    4. Configurar tipologias, formulários, indicadores e circuitos de validação.
    5. Migrar e georreferenciar os dados disponíveis.
    6. Criar utilizadores e atribuir permissões.
    7. Realizar formação e testes de aceitação.
    8. Abrir o portal e iniciar o ciclo de atualização.

    Veja como seria a carta do seu município.

    Fazemos uma apresentação orientada aos seus serviços, online ou no município, com foco nas cartas e nos processos que lhe interessam.

    Não disponibilizamos acessos abertos à plataforma. As demonstrações são acompanhadas pela nossa equipa.

    Que cartas lhe interessam?
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